Só para informar que estou dando aulas de violão e/ou guitarra no Cassino (na minha casa). Se estiver interessado mande um email para cmdiniz at gmail.com
Era isso!
segunda-feira, novembro 28, 2005
sábado, novembro 19, 2005
Introdução
Uma das introduções de música mais impressionantes que eu já ouvi foi da Heart of Sunrise, do Yes. Essa introdução é um soco nos rins, não tem perdão. Preste atenção na bateria.
http://dmat.furg.br/~claudio/yes.mp3
(se não estiver ativo o link é porque ainda não está no servidor, desculpe)
http://dmat.furg.br/~claudio/yes.mp3
(se não estiver ativo o link é porque ainda não está no servidor, desculpe)
segunda-feira, outubro 17, 2005
Referência
Acontece frequentemente um fenômeno interessante comigo.
Quando tomo conhecimento de alguma coisa que me interessa,
seja um conceito qualquer, ou nome de um autor, uma música, um livro, etc, uns dias depois me deparo com a mesma coisa em outro lugar. Por exemplo: por gostar muito de música, tenho a mania de procurar nos créditos de filmes o nome do compositor da trilha sonora. E tenho facilidade de guardar nomes, além de uma memória visual boa. Uma vez vi um filme brasileiro tosco, mas guardei o nome do compositor: Celso Loureiro Chaves. Uns dias depois, tirei xerox de um livro sobre contraponto, de uma professora da UFRGS,
(essa não lembro o nome), e lá estava o Celso Loureiro Chaves,
assinando o prefácio do livro. Engraçado que é sempre uns dias depois. Ultimamente o nome dele novamente na Bravo, mas aí não conta, já conhecia, só fiquei sabendo que ele é professor de música da UFRGS. Outro exemplo: recentemente peguei um cd antigo que tinha gravado com umas mp3 soltas, e tinha uma do Dave Brubeck. Não tinha dado muita importância pra esse cara na época, mas quando re-ouvi percebi que era muito bom! Pois essa semana mesmo, quando estava vendo o filme Constantine, não é que tocou a música no filme? Isso me parece até uma força superior, que enfatiza as coisas boas (para mim) para que eu não mais as esqueça. Ou é algum jogo do meu cérebro, que simplesmente filtra as referências a coisas desconhecidas, e uma vez conhecidas e apreciadas, enfatiza. Sei lá!
Quando tomo conhecimento de alguma coisa que me interessa,
seja um conceito qualquer, ou nome de um autor, uma música, um livro, etc, uns dias depois me deparo com a mesma coisa em outro lugar. Por exemplo: por gostar muito de música, tenho a mania de procurar nos créditos de filmes o nome do compositor da trilha sonora. E tenho facilidade de guardar nomes, além de uma memória visual boa. Uma vez vi um filme brasileiro tosco, mas guardei o nome do compositor: Celso Loureiro Chaves. Uns dias depois, tirei xerox de um livro sobre contraponto, de uma professora da UFRGS,
(essa não lembro o nome), e lá estava o Celso Loureiro Chaves,
assinando o prefácio do livro. Engraçado que é sempre uns dias depois. Ultimamente o nome dele novamente na Bravo, mas aí não conta, já conhecia, só fiquei sabendo que ele é professor de música da UFRGS. Outro exemplo: recentemente peguei um cd antigo que tinha gravado com umas mp3 soltas, e tinha uma do Dave Brubeck. Não tinha dado muita importância pra esse cara na época, mas quando re-ouvi percebi que era muito bom! Pois essa semana mesmo, quando estava vendo o filme Constantine, não é que tocou a música no filme? Isso me parece até uma força superior, que enfatiza as coisas boas (para mim) para que eu não mais as esqueça. Ou é algum jogo do meu cérebro, que simplesmente filtra as referências a coisas desconhecidas, e uma vez conhecidas e apreciadas, enfatiza. Sei lá!
quarta-feira, setembro 28, 2005
Desarmamento
Odeio armas. Acho que elas levam a violência no país a propoções monstruosas. Deviam ser permitidas somente em raras situações, como no esporte.
MAS
como nem tudo é como deve ser, não adianta desarmar a população. Olhem essa matéria e veja as estatísticas.
Fonte: midiasemmascara.com.br
MAS
como nem tudo é como deve ser, não adianta desarmar a população. Olhem essa matéria e veja as estatísticas.
Fonte: midiasemmascara.com.br
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