quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Energias renováveis

Energia renovável no Brasil é um assunto novo que parece até mesmo sonho ou utopia para alguns. Tem pessoas que não conseguem imaginar viver em um mundo sem seus carros geradores de CO2 ou em uma cidade sem uma usina de energia.
Pois em países da Europa não só se pensa como se planeja este tipo de coisa. Edifícios vão ser equipados com painéis solares entre outras tecnologias para gerar energia para o próprio prédio.

Eu tive uma idéia estes tempos que um modelo ideal seria: cada casa ou prédio deveria gerar energia para seu próprio suprimento. Isto eliminaria todos gastos com transmissão e distribuição da energia elétrica, que é a parcela mais cara da energia. Só nos faltam os equipamentos adequados para fazer isto. Tenho visto que em algumas cidades os prédiosjá possuem painéis solares para aquecimento de água, já é um começo.

Para o gerenciamento da energia, o Google já está testando um software de monitoramento dos gastos de energia elétrica. Seu slogan: "If you cannot measure it, you cannot improve it. (Lord Kelvin)"

Imaginem, um dia, uma cidade sem postes: toda energia elétrica é gerada localmente e toda comunicação (telefone, TV a cabo, internet) é wireless. Este é o admirável mundo novo que ainda presenciaremos.

Renovação e gerenciamento da energia

Energia renovável no Brasil é um assunto novo que parece até mesmo sonho ou utopia para alguns. Tem pessoas que não conseguem imaginar viver em um mundo sem seus carros geradores de CO2 ou em uma cidade sem uma usina de energia.
Pois em países da Europa já não só se pensa como se planejam este tipo de coisa. Leia mais.
Eu tive uma idéia estes tempos que um modelo ideal seria: cada pessoa, em sua casa ou prédio, deveria gerar energia para sua própria moradia. Isto eliminaria todos gastos com transmissão e distribuição da energia elétrica, que é a parcela que mais pesa em sua conta de luz. Só nos faltam os equipamentos adequados para fazer isto. Já tenho visto em algumas cidades os prédios empregarem painéis solares para aquecimento de água, já é um começo.
O Google já está testando um software de monitoramento do seus gastos de energia elétrica. Seu slogan: "If you cannot measure it, you cannot improve it. (Lord Kelvin)"

Imaginem, um dia, uma cidade sem postes: toda energia elétrica é gerada localmente e toda comunicação (telefone, TV a cabo, internet) é wireless. Este é o admirável mundo novo que ainda presenciaremos.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Rico não é mais preso no Brasil

Como assim?

Isso mesmo, agora réu só vai preso depois de condenado no seu último recurso. O ápice é o Supremo Tribunal Federal (STF).

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Uma outra visão sobre a crise

“Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?

É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas

crianças famintas

da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.

Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.

Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens.

No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.

São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que

40 bilhões de dólares

seriam necessários para

resolver o problema

da fome no mundo.

Resolver, capicce?
Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.

Digamos que seja o dobro.

Ou o

triplo.

Com

120 bilhões

o mundo seria

um lugar mais justo.

Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola

2.2 trilhões de dólares

(700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa)

para salvar

da fome quem já estava de barriga cheia.

Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.

Se quiser, repasse, se não, o que

importa?

O nosso almoço tá garantido mesmo…

Texto atribuído ao Neto, MENTOR MUNIZ NETO, diretor de criação e sócio da Bullet, uma das maiores agências de promoção do Brasil, sobre a crise mundial.

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Image Overflow

Vemos tantas coisas fora de contexto. A maioria das imagens que vemos são vistas fora de contexto. A maioria das imagens que vemos não tentam nos dizer algo, mas nos vender algo. Na verdade, a maioria das coisas que vemos, revistas, televisão tentam nos vender alguma coisa.

Mas a necessidade fundamental do ser humano é que as coisas comuniquem um significado
como uma criança, ao se deitar, ela quer ouvir uma estória. Não é tanto a estória que conta, mas o próprio ato de contar uma estória cria segurança e conforto. Acho que mesmo quando crescemos nós amamos o conforto e a segurança das estórias, qualquer que seja o tema. A estrutura da estória cria um sentido. E nossa vida, de maneira geral,
carece de sentido. Por isso, temos uma intensa sede de sentido.

Acho que acontece o mesmo com as outras coisas que temos em excesso. Quero dizer, temos muitas coisas em excesso nos dias de hoje. A única coisa que não temos o suficiente é tempo, mas a maioria de nós tem tudo, em excesso e ter tudo, em excesso, significa que nada temos.

A atual superabundância de imagens, significa, basicamente, que somos incapazes
de prestar atenção. Somos incapazes de nos emocionarmos com as imagens. Atualmente, as estórias têm que ser extraordinárias para nos comoverem. A estórias simples, não conseguimos mais vê-las.

(Wim Wenders, cineasta, no documentário Janela da Alma, de João Jardim e Walter Carvalho)