Mostrando postagens com marcador governo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador governo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, junho 18, 2009

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Campanha de publicidade genial

Foto: Tadeu Vilani/ Zero Hora

"Dez sindicatos de funcionários públicos do Rio Grande do Sul, liderados pelo Cepers-Sindicato (professores estaduais), começaram nesta quinta-feira a segunda parte de uma campanha de valorização dos servidores públicos do Estado.

As peças colocadas em 1º de fevereiro traziam frases que indicavam que nesta quinta seria "revelada a face da corrupção, da mentira, da violência, do arroxo salarial, da destruição do Rio Grande do Sul e do autoritarismo". O que deixou a população gaúcha ainda mais curiosa era um rosto borrado ao lado das frases."


--
Genial, mesmo antes de ser mostrada a "face", o governo do estado já se pronunciava acusando as agências de publicidade de possíveis processos judiciais. Eles mostraram sua face antes mesmo da campanha terminar, uma auto-acusação prematura.

Se isso foi pensado antes, realmente eu tiro meu chapéu para quem planejou isto, Henrique César Pereira, o autor das peças publicitárias.

E FORA YEDA!!!

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Rico não é mais preso no Brasil

Como assim?

Isso mesmo, agora réu só vai preso depois de condenado no seu último recurso. O ápice é o Supremo Tribunal Federal (STF).

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Guerra no Iraque

Quando o Iraque ainda não era o Iraque, ali nasceram as primeiras palavras escritas.

Parecem pegadas de pássaros. Mãos de mestre as desenharam, com varinhas afiadas, na argila.

O fogo, que havia cozido a argila, as guardou. O fogo, que aniquila e salva, mata e dá vida: como os deuses, como nós. Graças ao fogo, as tabuinhas de barro continuam nos contando, até hoje, o que tinha sido contado faz milhares de anos nessa terra entre dois rios.

Em nosso tempo, George W. Bush, talvez convencido de que a escrita tinha sido inventada no Texas, lançou com alegre impunidade uma guerra de extermínio contra o Iraque. Houve milhares e milhares de vítimas, e não apenas gente de carne e osso. Muita memória também foi assassinada.

Numerosas tabuinhas de barro, história viva, foram roubadas ou destroçadas pelos bombardeios.

Uma das tabuinhas dizia:

Somos pó e nada.
Tudo que fazemos não é mais que vento.

(Fundação da Escrita, do livro Espelhos - Uma história quase universal, de Eduardo Galeano.
--

Eu insisto em mostrar textos do Galeano aqui. Este é do mais novo livro dele, sendo minha resposta às notícias que recebi hoje:



Valeu, Roger, pela indicação das notícias.

sábado, novembro 15, 2008

terça-feira, outubro 21, 2008

Zeitgeist

Contrapor o modelo de sociedade atual. Compor um novo modelo, mais justo e igualitário.

Sobre este assunto que trata o filme Zeitgeist. Zeitgeist, da Wikipedia,
é uma expressão da língua alemã que é literalmente traduzida como: Zeit, tempo, Geist, espírito, significando o espírito de uma era e sua sociedade". A palavra zeitgeist, em suma, representa o nível de avanço intelectual, cultural, ético e político de uma era.

O filme procura mostrar o horror do nosso sistema econômico atual, as formas de manipulação de massa, e o que isto refletiu na nossa sociedade até hoje. Seu público alvo é o povo americano em geral, incluindo nós, brasileiros, pois vivemos em um modelo pouco diferente deste.

Atualmente foi lançada uma continuação, o Addendum, a qual propõe uma solução para os problemas baseado nos trabalhos de Jacque Fresco.

Os filmes podem ser assistidos no Google Videos ou baixados via torrent.

terça-feira, agosto 12, 2008

Os numerinhos e as pessoas

Onde se recebe a Renda per Capita? Tem muito morto de fome querendo saber.

Em nossas terras, os numerinhos têm melhor sorte do que as pessoas. Quantos vão bem quando a economia vai bem? Quantos se desenvolvem com o desenvolvimento?

Em Cuba, a Revolução triunfou no ano mais próspero de toda história econômica da ilha.

Na América Central, as estatísticas sorriam e riam quanto mais fodidas e desesperadas estavam as pessoas. Nas décadas de 50, de 60, de 70, anos atormentados, tempos turbulentos, a América Central exibia os índices de crescimento econômico mais altos do mundo e o maior desenvolvimento regional da história humana.

Na Colômbia, os rios de sangue cruzam os rios de ouro. Esplendores da economia, anos de dinheiro fácil: em plena euforia, o país produz cocaína, café e crimes em quantidades enlouquecidas.

(Eduardo Galeano, O Livro dos Abraços)