quarta-feira, junho 17, 2009
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Campanha de publicidade genial

As peças colocadas em 1º de fevereiro traziam frases que indicavam que nesta quinta seria "revelada a face da corrupção, da mentira, da violência, do arroxo salarial, da destruição do Rio Grande do Sul e do autoritarismo". O que deixou a população gaúcha ainda mais curiosa era um rosto borrado ao lado das frases."
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Uma outra visão sobre a crise
“Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas
crianças famintas
da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que
40 bilhões de dólares
seriam necessários para
resolver o problema
da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o
triplo.
Com
120 bilhões
o mundo seria
um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola
2.2 trilhões de dólares
(700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa)
para salvar
da fome quem já estava de barriga cheia.
Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.
Se quiser, repasse, se não, o que
importa?
O nosso almoço tá garantido mesmo…
Texto atribuído ao Neto, MENTOR MUNIZ NETO, diretor de criação e sócio da Bullet, uma das maiores agências de promoção do Brasil, sobre a crise mundial.
sábado, novembro 15, 2008
terça-feira, outubro 21, 2008
Zeitgeist
Sobre este assunto que trata o filme Zeitgeist. Zeitgeist, da Wikipedia, é uma expressão da língua alemã que é literalmente traduzida como: Zeit, tempo, Geist, espírito, significando o espírito de uma era e sua sociedade". A palavra zeitgeist, em suma, representa o nível de avanço intelectual, cultural, ético e político de uma era.
O filme procura mostrar o horror do nosso sistema econômico atual, as formas de manipulação de massa, e o que isto refletiu na nossa sociedade até hoje. Seu público alvo é o povo americano em geral, incluindo nós, brasileiros, pois vivemos em um modelo pouco diferente deste.
Atualmente foi lançada uma continuação, o Addendum, a qual propõe uma solução para os problemas baseado nos trabalhos de Jacque Fresco.
Os filmes podem ser assistidos no Google Videos ou baixados via torrent.
segunda-feira, setembro 29, 2008
José Saramago no Jornal da Globo
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Uma vez por "era" a Rede Globo faz uma matéria de fundamento, que realmente importa para mim e que deveria realmente importar para uma grande parte das pessoas. Esta é uma delas. Uma entrevista com José Saramago, o único escritor de língua portuguesa a ganhar o prêmio Nobel de Literatura. O que mais impressiona é o fato de ele saber sintetizar em uma frase tudo que podemos pensar e falar em horas de discussão sobre o mundo em que vivemos.
quarta-feira, agosto 13, 2008
O sistema / 3
No rio da Prata, chamamos o coração de bobo. E não porque se apaixona: o chamamos de bobo porque trabalha muito.
(Eduardo Galeano, O livro dos abraços)
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Por que continuo postando os textos deste livro? Simples, este livro foi escrito por este excelente escritor uruguaio, em 1989. Coincidentemente a data em que foram feitas as primeiras eleições presidenciais abertas depois da ditadura no Brasil.
Desde lá, estes textos ainda continuam atuais.
terça-feira, agosto 12, 2008
Os numerinhos e as pessoas
Em nossas terras, os numerinhos têm melhor sorte do que as pessoas. Quantos vão bem quando a economia vai bem? Quantos se desenvolvem com o desenvolvimento?
Em Cuba, a Revolução triunfou no ano mais próspero de toda história econômica da ilha.
Na América Central, as estatísticas sorriam e riam quanto mais fodidas e desesperadas estavam as pessoas. Nas décadas de 50, de 60, de 70, anos atormentados, tempos turbulentos, a América Central exibia os índices de crescimento econômico mais altos do mundo e o maior desenvolvimento regional da história humana.
Na Colômbia, os rios de sangue cruzam os rios de ouro. Esplendores da economia, anos de dinheiro fácil: em plena euforia, o país produz cocaína, café e crimes em quantidades enlouquecidas.
(Eduardo Galeano, O Livro dos Abraços)
quarta-feira, junho 04, 2008
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Questionário
Hoje me ocorreu uma idéia: não é o orkut um grande questionário mundial?